Quando usar vários bots de afiliado no mesmo painel?
O módulo atende operações que precisam de nomes diferentes no Telegram e mantêm a mesma configuração de conversão. Uma marca pode ter um bot associado ao canal de tecnologia e outro ao canal de casa, por exemplo. Ambos usam as contas de afiliado, as rotas e os textos definidos no principal.
Esse é um exemplo ilustrativo: o que muda para o seguidor é a identidade do bot que ele abre. Para quem administra, o cadastro de mensagens, comandos e formatos continua compartilhado. A documentação de Sub-bots descreve o vínculo entre essas identidades e o bot principal.
O que muda e o que é compartilhado?
Token, @, conexão de recebimento e último sinal pertencem a cada sub-bot. Já os cupons, as contas de afiliado, os formatos de oferta e os comandos vêm do principal. Uma alteração nessa configuração compartilhada passa a ser usada pelos sub-bots ligados a ela, sem precisar repetir o ajuste para cada identidade.
Essa estrutura serve quando todos devem seguir a mesma operação. Se cada cliente precisa de integrações próprias, mensagens diferentes ou outra conta para receber a atribuição de afiliado, será preciso separar a configuração em outro bot. Os conceitos de bot e organização ajudam a escolher a divisão adequada antes de adicionar tokens.
Como manter a identidade de cada marca?
Cada sub-bot nasce de um bot criado no BotFather e tem seu próprio token. Ao cadastrá-lo, o sistema valida esse token e identifica o @. Depois, as conversas recebidas por aquela identidade usam a configuração do principal. Isso evita repetir o trabalho de conectar lojas apenas para oferecer outro nome de entrada no Telegram.
Nome, foto, descrição e menu de comandos próprios do sub-bot são ajustados no BotFather. A edição de perfil e o botão de aplicar o menu no painel atuam sobre o principal. Já o texto das respostas aos comandos continua compartilhado. Essa diferença importa ao preparar a apresentação de cada marca: aparência no Telegram e conteúdo das respostas têm lugares distintos de configuração.
Como ficam grupos, canais e o Postador?
Para atuar num grupo, o sub-bot precisa ter as permissões exigidas pelas ações que realizará. A opção de aplicar permissões sugeridas prepara o convite como administrador; confira também os direitos concedidos no grupo em uso. Com o módulo Grupos, o Porteiro consulta a participação no canal pelo bot principal, que precisa ser administrador desse canal. O sub-bot atua como administrador do grupo.
O envio direto do Postador utiliza o bot principal. Ter apenas o sub-bot como administrador de um canal não basta para publicar ali por esse caminho. Para planejar a produção de posts e os destinos, a página do módulo Ofertas explica o papel do Postador na operação.
Como acompanhar um sub-bot que parou de responder?
A tabela de gerenciamento mostra o último sinal e oferece a ação Reativar webhook. Webhook é a conexão usada pelo Telegram para entregar mensagens ao sistema; reaplicá-la é uma das verificações possíveis quando um sub-bot deixa de atender. Também é necessário conferir se o token continua válido e se o módulo permanece ativo.
Tokens são credenciais de acesso ao bot e ficam armazenados com criptografia. A documentação de segurança e tokens explica os cuidados com esse acesso. O gerenciamento fica com o dono e administradores da organização. Se a operação também utiliza ofertas, cupons e integração por IA, o Combo Operação Completa inclui Sub-bots entre os módulos reunidos.